24/06/2010

últimas leituras

no meio dos estudos nada melhor que umas leituras que ajudem a expandir a mente...heis alguns deles

Antón Castán está detido há três anos por um único delito: o de não ter cometido nenhum crime. Na cela, vai registando diariamente o quotidiano prisional e dissertando filosófica ou culturalmente sobre a justiça, a liberdade ou a inocência. A chegada à prisão de um novo director, conhecido pela sua crueldade, desencadeia um motim, com consequências imprevisíveis. 
Unanimemente considerada uma das grandes obras latino-americanas, A Prisão configura não só uma elegante sátira da instituição prisional ou dos administradores de injustiças, como constitui uma oportunidade para evocar o melhor da escrita de Dostoiévski, Kafka ou Camus.



A partir de que momento nasce um pai? Com a notícia da sua anunciada paternidade? Quando sonha pela primeira vez com o filho ou vislumbra as suas formas difusas na primeira ecografia?Ao primeiro toque ou ao primeiro choro? De que forma transforma a vida de um pai?


Com passagens hilariantes...


A viagem de uma mãe ao mundo do autismoz
«Este é o livro que espero que corra o mundo. Foi para o escrever que nasci.»

Tudo começou numa manhã igual a tantas outras, à excepção de se ter deparado com um ataque convulsivo do seu filho Evan, então com 2 anos. Teve então início a atormentada odisseia de visitas a hospitais, que culminaram com a terrível realidade: «Lamento imenso, o vosso filho tem autismo.»
Longe de uma sentença, o diagnóstico representou o início de uma longa jornada na busca de uma cura para o autismo. Uma viagem feita de coragem e de fé, pela qual a autora nos conduz pelos meandros do «assombrado» mundo das crianças autistas, até, através de novas terapias e tratamentos, conseguir vislumbrar a luz a fundo do túnel. Porque, quando o nosso filho é diagnosticado com autismo, toda a nossa vida se altera!



entre outros...


A LER



Milan Kundera, A Ignorância

A Ignorância é um romance que fala de nostalgia, de memória, de anoranza – palavra espanhola de raiz etimológica latina do verbo ignorare – e que é utilizada como equivalente a nostalgia ou até saudade; um sofrimento causado pelas reminiscências do passado onde o pathos provém da ignorância: “Tu estás longe, eu não sei o que te acontece”. Logo, sofre-se.

1 comentário:

BroTTas disse...

já sei o que vou ler para fazer a apausa o pai e o nascimento...