23/10/2009

RHCO - ????

RHCO - Heis o nome do meu novo curso, uma nova aventura e desafio onde eu me fui meter - uma nova Licenciatura - Relações Humanas e Comunicação Organizacional
Para começar deixo algum material de discussão e que foi alvo das minhas primeiras pesquisas:
Relações Humanos no Trabalho:


Regra 1:
Colegas passam, mas inimigos são para sempre. A chance de uma pessoa se lembrar de um favor que você fez a ela vai diminuindo à taxa de 20% ao ano. Cinco anos depois, o favor será esquecido. Não adianta mais cobrar.

Mas a chance de alguém se lembrar de uma desfeita se mantém estável, não importa quanto tempo passe.

Exemplo: se você estendeu a mão para cumprimentar alguém em 1997 e a pessoa ignorou sua mão estendida, você ainda se lembra disso em 2009

Regra 2:
A importância de um favor diminui com o tempo, enquanto a importância de uma desfeita aumenta. Favor é como um investimento de curto prazo. Desfeita é como um empréstimo de longo prazo. Um dia, ele será cobrado, e com juros.
Regra 3:
Um colega não é um amigo. Colega é aquela pessoa que, durante algum tempo, parece um amigo. Muitas vezes, até parece o melhor amigo, mas isso só dura até um dos dois mudar de emprego. Amigo é aquela pessoa que liga para perguntar se você está precisando de alguma coisa.

Ex-colega que parecia amigo é aquela pessoa que você liga para pedir alguma coisa, e ela manda dizer que no momento não pode atender.

Durante sua carreira, uma pessoa normal terá a impressão de que fez um milhão de amigos e apenas meia dúzia de inimigos.
Estatisticamente, isso parece ótimo, mas não é. A "Lei da Perversidade Profissional" diz que, no futuro, quando você precisar de ajuda, é provável que quem mais poderá ajudá-lo é exatamente um daqueles poucos inimigos. Portanto, profissionalmente falando, e pensando a longo prazo, o sucesso consiste, principalmente, em evitar fazer inimigos.

Porque, por uma infeliz coincidência biológica, os poucos inimigos são exatamente aqueles que têm boa memória.



Fonte: http://sandrahasmann.blogspot.com/ 

Efeito: Isto que aqui é dito não tem um efeito muito positivo nem nos passa uma ideia muito agradável sobre as Relações Humanas, deveriam estar a ensinar-nos exactamente o contrário, contudo a realidade é sempre um pouco mais dura do que aquilo que nos contam....

1 comentário:

BroTTas disse...

não concordo totalmente com esta teoria... mas sei que se aplica a mais de 90% das pessoas... eu por cá não me esqueço das coisas boas, como também não me esqueço das coisas más... o problema disto tudo e que quando há uma coisa boa as pessoas continuam a sua vida sem terem de fazer daquilo um facto marcante, quando é uma coisa má existe uma quebra na rotina e por isso fica a marca, o pior é que depois ninguém tem coragem de assumir as culpas para as coisas voltarem ao que eram, quem fez o mal diz ele nunca vai perdoar, quem sofreu o mal diz se foi ele que errou ele e que tem de dar o primeiro passo, e assim ficam quando podiam esquecer as coisa e recomeçar do 0.